Preferiria que na apresentação constasse:
1.- O meu nome autorial, ANTÓNIO GIL HERNÁNDEZ. Não só em honra de minha mãe, mas porque há outros "antoniogil" vivos e defuntos.
2.- Esta OBRA SELETA do Viqueira herda uma edição anterior, diferente, publicada pelas IRMANDADES DA FALA DA GALIZA E PORTUGAL, pela ASSOCIAÇÃO DE AMIZADE GALIZA-PORTUGAL e pela ASSOCIAÇÃO SÓCIO-PEDAGÓGICA GALAICO-PORTUGUESA, por sua vez herdeira do caderno que o INSTITUTO LUSO-GALAICO, dependente da AAG-P, publicada em 1984 no qual se recolhiam os textos da Homenagem ao Viqueira, presidida pelo filho, na aula de cultura do concelho de Bergondo.
3.- Nesta OBRA SELETA incluem-se artigos do Viqueira sobre música, em que demonstra ser mais do que amador.
Fantástico!! Parabéns a Eduardo, João e Vanessa... ouvindo as histórias senti novamente esse arrepio que percorre toda a coluna de arriba a abaixo, e lembrei os contos dos tempos d'antes arredor do lume, e rememorei aquele ouveio incessante dos cãs nas noites de morte.
Romance ligeiro, que se deixa ler mói facilmente e que nos permite a través das histórias duns personagens entranháveis duma peculiar família, encarar a vida nas colónias lusas na Índia do século passado. As relações sociais que se estabelecem entra etnias que compartilham território. Assim como as contradições entre uns sentimentos patrióticos as vezes um tanto pueris e a realidade nostálgica de quem pertence por sempre a aquele lugar onde se percorreu a sim próprio subido no comboio na vida. Uma vida que finalmente fica atrás, por decisões alheias e circunstancias históricas que não entendem de nostalgias nem de amores. Porém que vão deixar uma estigma genética que servirá como motor para as novas gerações na procura de si mesmos.
É um livro perfeito para levar de viagem.
Preferiria que na apresentação constasse: 1.- O meu nome autorial, ANTÓNIO GIL HERNÁNDEZ. Não só em honra de minha mãe, mas porque há outros "antoniogil" vivos e defuntos. 2.- Esta OBRA SELETA do Viqueira herda uma edição anterior, diferente, publicada pelas IRMANDADES DA FALA DA GALIZA E PORTUGAL, pela ASSOCIAÇÃO DE AMIZADE GALIZA-PORTUGAL e pela ASSOCIAÇÃO SÓCIO-PEDAGÓGICA GALAICO-PORTUGUESA, por sua vez herdeira do caderno que o INSTITUTO LUSO-GALAICO, dependente da AAG-P, publicada em 1984 no qual se recolhiam os textos da Homenagem ao Viqueira, presidida pelo filho, na aula de cultura do concelho de Bergondo. 3.- Nesta OBRA SELETA incluem-se artigos do Viqueira sobre música, em que demonstra ser mais do que amador.
(Antonio G.)É desses livros em que tudo decorre devagar e mesmo assim não consegues largar o livro... o protagonista sofre algo assim como uma revolução demorada.
(Valentim R.)Emprestei-lhe o documentário à minha moça. Viu-o com a sua avoa. A sua avoa afirmou: 'isso nom é português!' ;)
(Jesus C.)Fantástico!! Parabéns a Eduardo, João e Vanessa... ouvindo as histórias senti novamente esse arrepio que percorre toda a coluna de arriba a abaixo, e lembrei os contos dos tempos d'antes arredor do lume, e rememorei aquele ouveio incessante dos cãs nas noites de morte.
(Jesus C.)Romance ligeiro, que se deixa ler mói facilmente e que nos permite a través das histórias duns personagens entranháveis duma peculiar família, encarar a vida nas colónias lusas na Índia do século passado. As relações sociais que se estabelecem entra etnias que compartilham território. Assim como as contradições entre uns sentimentos patrióticos as vezes um tanto pueris e a realidade nostálgica de quem pertence por sempre a aquele lugar onde se percorreu a sim próprio subido no comboio na vida. Uma vida que finalmente fica atrás, por decisões alheias e circunstancias históricas que não entendem de nostalgias nem de amores. Porém que vão deixar uma estigma genética que servirá como motor para as novas gerações na procura de si mesmos. É um livro perfeito para levar de viagem.
(Bieito L.)