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Autocolante GZ

Autocolante GZ

Autocolante GZ para veículos. Formato Vinilo e troquelado. 12 x 7 cm.  Produto nascido no seio do reintegracionismo no periódico mensal a Gralha no ano de 1996.

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1,00 € taxas incl.

Programa de fidelidade Nengum ponto de bônus para este produto.


 

Sem qualquer dúvida uma dessas pequenas vitórias do reintegracionismo foi a história de como se articulou a criação do famoso GZ. Pouca gente sabe que o autocolante que hoje vemos em muitos carros e que foi assumido por todo o abano ideológico do nacionalismo galego (e até fora dele), partiu duma pequena publicação reintegracionista de Ourense que editava o Grupo Meendinho e que se chamava Gralha. Foi com o número 14 de dezembro de 1996, e ainda me lembro do dia em que fui à caixa dos correios para recolher aquela carta dum dos nossos assinantes. Nela formulava a sua ideia de criar para a Galiza um distintivo para os carros equivalente ao que já existia no País Basco com o EH ou na Catalunha com o CAT, e que ao mesmo tempo servisse como marcador do nome próprio na nossa nação, em contraposição ao regional G.
A ideia daquele assinante anónimo debateu-se nessas assembleias de Meendinho onde praticávamos um Braim Storming improvisado. Não houve muita discussão, decidimos editar 10.000 autocolantes GZ e presentear um com o último número do Gralha. Era uma maneira de o socializar dum modo rápido por todo o país. De súbito encontramos colaboração em coletivos de todo o tipo, como por exemplo o cineclube “Os Papeiros” que fez sua a iniciativa, enchendo as vilas de Chantada e Tabuada com o “GZ” e mesmo enviando comunicação à imprensa da campanha que estavam a desenvolver connosco. Surpreendeu-nos gratamente a acolhida que tivo, que não lembro já se a esperávamos. O que sim lembro é que ao pouco tempo de o GZ sair do prelo eu estava a caminhar pela rua Príncipe de Vigo. Ao olhar para uma dessas lojas que vendem diferentes recordações para turistas, comprovei como já tinham o GZ à venda em vários formatos! Pensei que o trabalho estava feito. Com os anos o GZ socializou-se de tal maneira que já muito pouca gente recorda qual foi a sua origem. 
Excerto tirado do Novas da Galiza nº 88 de um artigo de Tiago Peres, um dos impulsores do periódico a Gralha.

 

Sem qualquer dúvida uma dessas pequenas vitórias do reintegracionismo foi a história de como se articulou a criação do famoso GZ. Pouca gente sabe que o autocolante que hoje vemos em muitos carros e que foi assumido por todo o abano ideológico do nacionalismo galego (e até fora dele), partiu duma pequena publicação reintegracionista de Ourense que editava o Grupo Meendinho e que se chamava Gralha. Foi com o número 14 de dezembro de 1996, e ainda me lembro do dia em que fui à caixa dos correios para recolher aquela carta dum dos nossos assinantes. Nela formulava a sua ideia de criar para a Galiza um distintivo para os carros equivalente ao que já existia no País Basco com o EH ou na Catalunha com o CAT, e que ao mesmo tempo servisse como marcador do nome próprio na nossa nação, em contraposição ao regional G.

 

A ideia daquele assinante anónimo debateu-se nessas assembleias de Meendinho onde praticávamos um Braim Storming improvisado. Não houve muita discussão, decidimos editar 10.000 autocolantes GZ e presentear um com o último número do Gralha. Era uma maneira de o socializar dum modo rápido por todo o país. De súbito encontramos colaboração em coletivos de todo o tipo, como por exemplo o cineclube “Os Papeiros” que fez sua a iniciativa, enchendo as vilas de Chantada e Tabuada com o “GZ” e mesmo enviando comunicação à imprensa da campanha que estavam a desenvolver connosco. Surpreendeu-nos gratamente a acolhida que tivo, que não lembro já se a esperávamos. O que sim lembro é que ao pouco tempo de o GZ sair do prelo eu estava a caminhar pela rua Príncipe de Vigo. Ao olhar para uma dessas lojas que vendem diferentes recordações para turistas, comprovei como já tinham o GZ à venda em vários formatos! Pensei que o trabalho estava feito. Com os anos o GZ socializou-se de tal maneira que já muito pouca gente recorda qual foi a sua origem. 

 

Excerto tirado do Novas da Galiza nº 88 de um artigo de Tiago Peres, um dos impulsores do periódico a Gralha.

 

 

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