Resenhado por Xico Paradelo (Ourense, 1966).
Autor e dinamizador de banda desenhada, iniciou o seu trabalho neste âmbito com o reconhecido coletivo Frente Comixário em 1989. Desde aquela participou na organização das Xornadas de Banda Deseñada de Ourense ou no I Encontro de Debuxantes Galegos entre outras iniciativas. Fundador da publicação BD Banda, é também um dos autores da guia didática e mais da exposição As bases da banda, que recompila propostas didáticas arredor da banda desenhada e que está na atualidade a se distribuir por centros de ensino e bibliotecas. Militante da cultura e ativista também do humor gráfico é um dos autores da História da Língua em Banda Desenhada, em colaboração com o Grupo Reintegracionista Meendinho. Tem colaborado em diferentes publicações de humor e BD, tais como XO, O PASQUIM, ou A RETRANCA. Também é membro de diferentes movimentos sociais e culturais, como A Gente da Barreira ou a Coordenadora Galega de Roteiros, sendo um dos fundadores do Movimento Defesa da Língua. Recentemente foi designado académico da Academia Galega da Língua Portuguesa.
O mais recente álbum dos heróis gauleses celebra o cinquentenário da obra criada polo escritor René Goscinny (falecido em 1977) e o desenhador Albert Uderzo, em 29 de Outubro de 1959, para a mítica revista francesa “Pilote”. Completa-se assim o livro número 34 na série deste indiscutível clássico da BD mundial.
As aventuras deste bem levado casal composto polo pequeno e astuto guerreiro bretão Astérix e o mangalhão repartidor de menires Obélix foram reunidas em álbum pola primeira vez sob o título de “Astérix, o Gaulês” em 1961. Foi o começo da que sem dúvida é uma das mais transcendentais e influentes obras da novena arte.
Para um leitor/a galego, as peripécias dos habitantes daquela pequena aldeia castreja levantada à beira do mar, não podem deixar de ser-lhe familiares, dada a evidente proximidade cultural com o nosso próprio passado (pensem só no castro de Baronha!). Dentro da BD galega, autores como Pepe Carreiro, com a série “Os barbanzóns” têm dado a sua particular visão daquela mesma época.
Podemos dizer que este último álbum (polo momento) não é propriamente uma nova “aventura” dos nossos amigos gauleses senão mais bem uma homenagem de Uderzo aos seus personagens e ao seu companheiro na criação (o já falecido e genial argumentista Goscinny); e também um presente para os milhões de fãs da obra em todo o mundo. Contém textos inéditos de Goscinny e no decurso das suas páginas veremos desfilar muitos dos personagens de diferentes aventuras, que chegam à aldeia para celebrar o cinquentenário dos nossos amigos. Poderemos encontrar também uma utilíssima guia de viagens (da autoria de Goscinny), a visita ao “Museu de Astérix” (homenagem a diferentes obras primas da pintura de todos os tempos) e mesmo reviver as melhores anedotas acontecidas durante a longa trajetória vital dos nossos gauleses favoritos. A obra foi lançada simultaneamente em 18 países, no 22 de Outubro, com uma tiragem global de 3,5 milhões de exemplares.
Parabéns Astérix e companhia! Resenha feita por Xico Paradelo (Ourense, 1966). Autor e dinamizador de banda desenhada, iniciou o seu trabalho neste âmbito com o reconhecido coletivo Frente Comixário em 1989. Desde aquela participou na organização das Xornadas de Banda Deseñada de Ourense ou no I Encontro de Debuxantes Galegos entre outras iniciativas. Fundador da publicação BD Banda, é também um dos autores da guia didática e mais da exposição As bases da banda, que recompila propostas didáticas arredor da banda desenhada e que está na atualidade a se distribuir por centros de ensino e bibliotecas. Militante da cultura e ativista também do humor gráfico é um dos autores da História da Língua em Banda Desenhada, em colaboração com o Grupo Reintegracionista Meendinho. Tem colaborado em diferentes publicações de humor e BD, tais como XO, O PASQUIM, ou A RETRANCA. Também é membro de diferentes movimentos sociais e culturais, como A Gente da Barreira ou a Coordenadora Galega de Roteiros, sendo um dos fundadores do Movimento Defesa da Língua. Recentemente foi designado académico da Academia Galega da Língua Portuguesa.
O mais recente álbum dos heróis gauleses celebra o cinquentenário da obra criada polo escritor René Goscinny (falecido em 1977) e o desenhador Albert Uderzo, em 29 de Outubro de 1959, para a mítica revista francesa “Pilote”. Completa-se assim o livro número 34 na série deste indiscutível clássico da BD mundial.
As aventuras deste bem levado casal composto polo pequeno e astuto guerreiro bretão Astérix e o mangalhão repartidor de menires Obélix foram reunidas em álbum pola primeira vez sob o título de “Astérix, o Gaulês” em 1961. Foi o começo da que sem dúvida é uma das mais transcendentais e influentes obras da novena arte.
Para um leitor/a galego, as peripécias dos habitantes daquela pequena aldeia castreja levantada à beira do mar, não podem deixar de ser-lhe familiares, dada a evidente proximidade cultural com o nosso próprio passado (pensem só no castro de Baronha!). Dentro da BD galega, autores como Pepe Carreiro, com a série “Os barbanzóns” têm dado a sua particular visão daquela mesma época.
Podemos dizer que este último álbum (polo momento) não é propriamente uma nova “aventura” dos nossos amigos gauleses senão mais bem uma homenagem de Uderzo aos seus personagens e ao seu companheiro na criação (o já falecido e genial argumentista Goscinny); e também um presente para os milhões de fãs da obra em todo o mundo. Contém textos inéditos de Goscinny e no decurso das suas páginas veremos desfilar muitos dos personagens de diferentes aventuras, que chegam à aldeia para celebrar o cinquentenário dos nossos amigos. Poderemos encontrar também uma utilíssima guia de viagens (da autoria de Goscinny), a visita ao “Museu de Astérix” (homenagem a diferentes obras primas da pintura de todos os tempos) e mesmo reviver as melhores anedotas acontecidas durante a longa trajetória vital dos nossos gauleses favoritos. A obra foi lançada simultaneamente em 18 países, no 22 de Outubro, com uma tiragem global de 3,5 milhões de exemplares.
Parabéns Astérix e companhia!